6.10.10

estudos

△ estudos para peças de ourivesaria.

desenho livre em ourivesaria

△ vários desenhos de formas feitas olhando para vários livros de design.

projectando e pensando. algo.

△ e porque aprendemos a utilizar materiais com os quais não estávamos assim tão familiarizados. a necessidade obriga.
△tinta da china diluindo-se.

colar em boneco.

△ outro protótipo construído em manequim vivo.
-plástico, metal e arame.

prototipando numa aula de ourivesaria

△ esboço base.
△ protótipo mais desenvolvido em relação à primeira ideia.
-arame e lata.
△protótipo em utilização.
△material utilizado.
-lata e arame.
△desenvolvimento mais elaborado do protótipo e sua utilização.


mesa de estudo(e inspiração)


o caos deve ser no desenho para ganhar vida.
eu trago isso também cá para fora. gosto de contrariar.

evolução física e interior


A metamorfose pode ser vista como uma étapa. no entanto para mim é uma étapa estabelecida por fases secundárias.
e nesta 'coleccção' pode-se perceber um pouco desta evolução.

3.10.10

casúlo

tudo começa pelo mais básico. pelo traço delicado da iniciação.

acabando por gerar o nosso próprio local de mudança isolado do resto do mundo pela nossa energia e um tear de incertezas sobre o futuro.




apresento-vos: O BICHO.


esta peça da autora cujo o nome varreu-se faz-me lembrar um pequeno bichinho que iniciará um ciclo. e para tal necessita do seu canto isolado de mudança.

imagem de mudança

a gradação de cores mudas, de formas, de lugares, de sentidos, é a essência do decorrer do
tempo metamórfico.


terreno pantanoso


a metamorfose é um cinzento. uma ausência de preto no branco. um lugar menos cómodo onde nos alteramos. onde sofremos e pensamos.
esta imagem alude a toda essa mistura do não-correcto, do não-usual.
afinal todos ficamos por vezes presos neste pântano de insegurança e perigo.


desconstrução do real

a desconstrução intemporal é para mim o nome desta pintura. associado a uma confusão mental.

há uma maldade sombria e arrepiante nesta espécie de estudo duma criatura primitiva. a crueza do desenho remete-nos para a própria nudez da metamorfose.

apesar de ser uma ilustração virtual associei-a - além do título - à metamorfose. até porque a metamorfose não tem que ser necessariamente uma coisa concreta, pode ser levada ao ponto mais abstracto pois é uma fase de mudança, de desconstrução que é tudo menos real.